Conforme o relato da mulher de 31 anos, Glaiton não teria aceitado o término do relacionamento, teria pulado um muro, quebrado uma janela e arrombado a porta do quarto com chutes e socos.
— Eu gritava por ajuda trancada no meu quarto. Consegui fugir e pedir ajuda policial — disse a vítima em entrevista ao g1.
No local, a Brigada Militar (BM) flagrou o homem saindo da casa levando uma televisão da vítima. De acordo com o boletim de ocorrência, “efetuada a abordagem, o sujeito desceu do veículo e perguntou em tom ameaçador 'tu sabe com quem está falando?'".
De acordo com a mulher, ela e o homem se separaram há pouco mais de um mês, quando as perseguições teriam se tornado mais frequentes, com frases do tipo "se não for minha, não será de mais ninguém". As informações estão contidas no boletim de ocorrência registrado por ela.
No dia seguinte à invasão, ela solicitou medida protetiva de urgência. Segundo a mulher, o homem a controlava e não permitia que ela saísse de casa sozinha.
— Eu o bloqueei em tudo, fiquei com medo. Estou com medo até agora — disse.
Procurada pela reportagem do g1, a Prefeitura de Piratini afirma que um “procedimento está sob análise da Procuradoria do Município, respeitando os princípios do contraditório e da ampla defesa, aguardando parecer.”
A Procuradoria, como informou a assessoria de imprensa da Prefeitura, recomendou a suspensão de Glaiton por 15 dias. Essa suspensão ainda está em tramitação.
Em contato com a reportagem, o homem garante ser “uma pessoa tranquila”.
No dia seguinte à invasão, ela solicitou medida protetiva de urgência. Segundo a mulher, o homem a controlava e não permitia que ela saísse de casa sozinha.
— Eu o bloqueei em tudo, fiquei com medo. Estou com medo até agora — disse.
Procurada pela reportagem do g1, a Prefeitura de Piratini afirma que um “procedimento está sob análise da Procuradoria do Município, respeitando os princípios do contraditório e da ampla defesa, aguardando parecer.”
A Procuradoria, como informou a assessoria de imprensa da Prefeitura, recomendou a suspensão de Glaiton por 15 dias. Essa suspensão ainda está em tramitação.
Em contato com a reportagem, o homem garante ser “uma pessoa tranquila”.
— Nunca tive qualquer tipo de passagem ou registro policial, sendo este um fato isolado — disse — Estou à disposição para esclarecer os fatos com responsabilidade e serenidade. Esse tipo de conduta não faz parte da minha índole. Sigo tranquilo e à disposição, junto com minha defesa, para todos os esclarecimentos necessários.
Fonte: GZH Zona Sul



